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domingo, 24 de janeiro de 2010

O sofrimento da alegria

     Com laços se criam a dureza dum pensamento vão e se constrói a base de uma atmosfera colorida,mas esses mesmos laços destroem,e se virem contra nós,fazendo de nós, meros peões do acaso,multlipas feridas difíceis de curar,e que doem,como mil facas psicológicas num campo de batalha que julgamos nosso, mas ao mesmo tempo conjunto, e assim sentimos á escondida leveza pesada da nossa alma, o sofrimento e a mágoa.A arrogância prevalece como a batalha infinita e inacabável que se arrasta connosco e em nós,disto concluimos o lado negro do ser humano e sentimos nada,pois o conjunto e a explosão dos sentimentos é grande,e diminui a precepção de todos eles.

A mentira é o sentimento desenfreado da razão

terça-feira, 19 de janeiro de 2010


Alheio ao exterior que desconheço,prisioneiro do meu mundo onde pervaleço,palavras que profano não entendes e tudo que digo tu não compreendes, onde o desconhecido é malvado, mas que aqui permaneço, destemido , para o enfrentar, derrotar, e para que pelo bem apenas poderes passar, tento-me fazer perceber, tento-me fazer  entender,posso ter contactos, sem a mim me conhecer.
Somos fantasmas desconhecidos

A coragem da desculpa

O meu pensamento contorna as mais vis dificuldades e encontra a beleza da tua sensualidade, e com ignorância e desconhecimento do estado em que te encontras perante a minha pessoa, procuro saber e desculpar-me por actos que transcendem a minha compreensão, e, contudo, que faço divagar por palavras e letras que espero da tua compreensão. Isto tudo para te pedir desculpa por não compreender a tua imposição e que tas sempre comigo sem estar.
As desculpas  são o travão da arrogância móvel.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

A descriçao do o obvio

O  estado de espírito e a maneira de ser são moldados á precepção e opinião daqueles que desconhecendo o conhecido se manifestam de maneira errada juntamente com atitudes de vergonha e cobardia que detêm,e, uma bola de neve,frágil no começo,fortalece-se no destino sem regresso,rumo á destruiçao,inesperada com desespero e agonia, que se mantem com camuflagem dirfarçada, em que tudo é falsidade,escondendo a mais frágil e trémula ressaca psicológica,curada com o o decorrer da corrida derrotada,e, assim se constrói o imediato presente com uma crueldade indecente

Descriçao de um mundo inabitado

Serão apenas salpicos soltos num mar de incertezas e dúvidas em que um simples mergulho nos leva a tenebrosos pensamentos,inconscientes ou não, em que nos enterramos numa escuridao intensa de luz apagada,somos apenas peões num jogo em que não nos cabe tomar decisões de maior, e que são concebidas para a derrota deste vencido tabuleiro e que todas as jogadas ,maioritariamente errática mas que as devemos dar para proseguir em frente,muitas vezes batotas cometidas pela calada em que toda a gente nota mas que ninguem quer refutar na corrosao da hipocrisia e na corrupçao do pensamento que outrora foi nosso.O PENSAMENTO JÁ NÃO É NOSSO,